É ou não um pandemônio essa Pandemia do Corona virus?
Esse é o nome popular, mas como é um virus entonado, com grife, status PAN, rebatizaram-no de CONVID 19. Pomposo não?
Letal também.
Virou tudo de cabeça pra baixo, ou o que meu pai dizia de ponta cabeça, tudo, MAS TUDO MESMO, O QUE EXISTE NO MUNDO.
De trato com a saúde à total ausência desse serviço público; da balela do estado mínimo à pergunta de qual deve ser seu necessário tamanho; de valor humano ao valor material de cada humano; de fronteiras abertas no globalismo às fronteiras fechadas entre vizinhos; de o que é prioritário ao o que pode ser postergado; do entendimento entre as pessoas ao ferrenho resentimento; do desalento diante da situação à busca de oportunidades legais; do amor incondicional ao desamor total entre os seres ditos humanos...
Mexeu com as cabeças, com metas, com necessidades, com prioridades, com brios, com entendimentos...
Está deixando muitas perguntas sem as respostas claras, cristalinas e devidas para redirecionar a vida humana neste planeta hospital.
A chacoalhada é tão grande, que até acredito que estamos sendo reorganizados pelas forças que o regem pelos desvios palpáveis de uma conduta humana ou coletiva - grupos, cidades, estados, etnias, países, regiões, blocos econômicos e globalização - perdida entre o SER e o TER; entre o EGO e o coletiva.
Estamos todos presos em nossas casas, senão fisicamente, mas ao menos com o pensamento aos nossos entes queridos.
Estamos estabelecendo rotinas para aguentar fisica e emocionalmente, para agirmos sensatamente no trato com a nossa saúde, de nossos filhos, dos nossos amigos, dos nossos vizinhos e por que não, com a coletividade que nos cerca.
Nesse estabelecimento de regras, coloquemos pensamentos sobre o que REALMENTE ESTAMOS FAZENDO NESSE PLANETA, COM ESSAS PESSOAS QUE NOS CERCAM, NOS LUGARES EM QUE JÁ PASSAMOS, NOS LUGARES QUE ESTAMOS ATUALMENTE...
Terá sido mero acaso?
Fica mais uma pergunta sem resposta clara, cristalina e devida...
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